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	<title>Segurvia &#8211; Segurvia</title>
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	<description>Segurvia</description>
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		<title>Glossário de Projetos</title>
		<link>https://segurvia.com.br/glossario-de-projetos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Segurvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 23:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Glossário de Projetos Working Width (W), deflexão dinâmica (D) e ASI respondem a perguntas diferentes sobre o desempenho de uma barreira de concreto em um ensaio de impacto: Parâmetro O que mede Uso no projeto Working Width (W), ou espaço/largura de trabalho Distância entre a face da barreira voltada ao tráfego, antes do impacto, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Glossário de Projetos</h2>
<p><strong>Working Width (W), deflexão dinâmica (D) e ASI respondem a perguntas diferentes</strong> sobre o desempenho de uma barreira de concreto em um ensaio de impacto:</p>
<div>
<div>
<div>
<table>
<thead>
<tr>
<th>Parâmetro</th>
<th>O que mede</th>
<th>Uso no projeto</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Working Width (W)</strong>, ou espaço/largura de trabalho</td>
<td>Distância entre a face da barreira voltada ao tráfego, antes do impacto, e o ponto mais afastado que <strong>a própria barreira</strong> alcança durante o impacto.</td>
<td>Verificar o espaço necessário atrás da barreira para que ela funcione sem atingir um obstáculo.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Deflexão dinâmica (D)</strong></td>
<td>Deslocamento lateral máximo da barreira durante o impacto, comparando a posição de um mesmo ponto antes e durante o choque.</td>
<td>Avaliar quanto o sistema se move; é especialmente relevante para módulos pré-moldados, suas ligações e fixações.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>ASI</strong> (<em>Acceleration Severity Index</em>)</td>
<td>Índice calculado a partir das acelerações do veículo ensaiado. Indica a severidade da desaceleração para seus ocupantes.</td>
<td>Comparar o risco aos ocupantes entre sistemas que atendem ao nível de contenção exigido. Deve ser lido junto com o THIV.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
</div>
<p>As definições de W e D e o uso conjunto de ASI e THIV constam da diretriz de implantação do <a href="https://www.der.pr.gov.br/sites/der/arquivos_restritos/files/documento/2024-11/PSR-E_07-Implementacao_dispositivos_contencao.pdf" target="_blank" rel="noopener">DER-PR</a>, adaptada da ABNT NBR 15486:2016.</p>
<p><strong>Na dinâmica do choque</strong>, o veículo transfere energia ao sistema. A barreira pode deslocar, deformar e redirecionar o veículo; suas ligações e sua implantação influenciam esse comportamento. <strong>W não é sinônimo de D</strong>: W considera o ponto mais externo atingido pela barreira, enquanto D acompanha o deslocamento de um ponto dela. Além disso, um veículo alto pode avançar sobre o espaço atrás da barreira; esse efeito é avaliado separadamente como <strong>intrusão do veículo (I)</strong>. Assim, pouco espaço disponível exige conferir W e intrusão, além do nível de contenção.</p>
<p><strong>Normatização:</strong> no Brasil, a <strong>ABNT NBR 15486:2016</strong> é a referência de diretrizes de projeto e ensaios de impacto adotada pelo DNIT. Na referência europeia <strong>EN 1317</strong>, a parte 1 trata do cálculo dos índices de impacto, e a parte 2 estabelece ensaios e classificações de desempenho, incluindo contenção, espaço de trabalho e severidade. A conformidade deve ser verificada no <strong>relatório de ensaio do sistema completo e da configuração instalada</strong>: o material “concreto”, isoladamente, não determina W, D ou ASI.</p>
<p>Working Width, deflexão dinâmica e ASI descrevem aspectos diferentes do comportamento observado em ensaio.</p>
<p>Working Width representa o envelope lateral máximo ocupado pelo sistema durante a resposta. Deflexão dinâmica se refere ao deslocamento lateral máximo da face do sistema. ASI é um índice calculado a partir das acelerações medidas no veículo, usado na classificação da severidade para os ocupantes no contexto do método de ensaio.</p>
<p>Critério verificável: nunca transferir um valor de uma configuração para outra sem documentação aplicável. Classe, resultado e montagem devem ser lidos em conjunto no relatório correspondente. A série EN 1317 e a ABNT NBR 15486:2016 são referências distintas e não são tratadas aqui como equivalentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pioneirismo e Inovação</title>
		<link>https://segurvia.com.br/pioneirismo-e-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Segurvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 04:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[barreiras de concreto]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Pioneirismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Pioneirismo e Inovação 🚧 SEGURVIA &#124; Pioneirismo que ajudou a transformar a segurança rodoviária no Brasil Desde 2010, a Segurvia é pioneira no Brasil na produção e comercialização de barreiras de segurança rodoviária pré-moldadas de concreto. Hoje, são mais de 1.000 km de barreiras instaladas em rodovias brasileiras. Mas nossa história não foi construída apenas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Pioneirismo e Inovação</h2>
<p>🚧 SEGURVIA | Pioneirismo que ajudou a transformar a segurança rodoviária no Brasil</p>
<p>Desde 2010, a Segurvia é pioneira no Brasil na produção e comercialização de barreiras de segurança rodoviária pré-moldadas de concreto.</p>
<p>Hoje, são mais de 1.000 km de barreiras instaladas em rodovias brasileiras.</p>
<p>Mas nossa história não foi construída apenas pela fabricação de barreiras. Foi construída pela inovação, pelo relacionamento institucional e pela capacidade de antecipar as necessidades do mercado.</p>
<p>Ao longo dessa trajetória, participamos de importantes avanços do setor:</p>
<p>🔹 2016 – pioneirismo na produção itinerante de barreiras, em parceria com concessionárias do <a href="https://www.arteris.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Grupo Arteris</a>.</p>
<p>🔹 2016 – participação no processo de consolidação da NBR 15486.</p>
<p>🔹 2017 – reconhecimento pelo DER/PR, através da ES-OC 14/18.</p>
<p>🔹 2017 – inclusão das barreiras nas referências do SICRO – Volume 8.</p>
<p>🔹 2018 – participação na introdução das barreiras de concreto nos instrumentos de sinalização e segurança viária vinculados ao CONTRAN.</p>
<p>🔹 Pioneirismo na utilização de barreiras pré-moldadas em viadutos e obras de arte especiais, com aplicações em Cubatão, Tietê, Bocaiuva, Morretes e Pelotas.</p>
<p>🔹 Durante a pandemia, fomos a única empresa do setor a manter o atendimento às obras, contribuindo para a continuidade da infraestrutura rodoviária.</p>
<p>🔹 Fomos também pioneiros na criação de um contrato plurianual de fornecimento de barreiras com a concessionária rodoviária <a href="https://rodovias.motiva.com.br/pantanal/" target="_blank" rel="noopener">Motiva Pantanal</a>, no Mato Grosso do Sul.</p>
<p>🔹 E agora, em 2026, damos mais um passo à frente com a implantação de nossa unidade móvel de produção de concreto, levando a produção para cada vez mais perto da obra.</p>
<p>Mais do que fabricar barreiras, ajudamos a desenvolver um mercado.</p>
<p>Mais de uma década de pioneirismo.</p>
<p>E continuamos olhando para o futuro, porque acreditamos que inovar em segurança rodoviária é, acima de tudo, contribuir para salvar vidas.</p>
<p>SEGURVIA. Segurança que evolui. Inovação que protege. 🚧</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Logística de Obra</title>
		<link>https://segurvia.com.br/logistica-de-obra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Segurvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 04:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://segurvia.com.br/?p=3243</guid>

					<description><![CDATA[Quando a Logística de Obra assume o papel principal. O cronograma de barreiras pré-moldadas precisa integrar produção, expedição, transporte, recebimento e instalação. Tratar essas etapas como agendas separadas cria filas, remanejamentos e ociosidade no canteiro. Um plano executivo deve mapear: quantitativo e sequência por frente; restrições de rota e acesso; configuração e ordem das cargas; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Quando a Logística de Obra assume o papel principal.</h3>
<p>O cronograma de barreiras pré-moldadas precisa integrar produção, expedição, transporte, recebimento e instalação. Tratar essas etapas como agendas separadas cria filas, remanejamentos e ociosidade no canteiro.</p>
<p>Um plano executivo deve mapear: quantitativo e sequência por frente; restrições de rota e acesso; configuração e ordem das cargas; janelas de entrega; sinalização temporária; área de descarga; equipamentos e equipe habilitada; inspeção no recebimento; rastreabilidade; plano de contingência.</p>
<p>A <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-11-nr-11" target="_blank" rel="noopener">NR-11</a> trata do transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais. A <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/norma-regulamentadora-no-18-nr-18" target="_blank" rel="noopener">NR-18</a> estabelece requisitos de segurança e saúde na construção. Já o <a href="https://www.gov.br/dnit/pt-br" target="_blank" rel="noopener">DNIT</a> mantém referências para sinalização de obras e registro de dispositivos implantados. Esses documentos devem ser lidos junto ao plano específico da operação e às responsabilidades técnicas aplicáveis.</p>
<p>Planejamento logístico não é promessa genérica de prazo: é compatibilização verificável entre fornecimento e frente de obra.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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